sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Não calou minha sede que tão logo apareceu sabia que não teria poço nos teus lábios
É que choveu tanto ontem, na verdade, parece que choveu tudo
Escorreu tanta água por tantas estradas, ruas e caminhos que pensei que pudessem me levar a você
Para aquela sua janela com vista pro nada, pra aquela coisa sem sal que chama de comida, pro seu sorriso que parece sempre querer mais, pro desespero de ouvir calada tudo o que foi dito, pra todas aquelas coisas que rejeitou pois, não tinha onde guardá-las e que agora, simplesmente, não precisa mais
Será por conveniência ou nossa convivência foi coincidência?
Que seja ou que ainda tenha sido, que diferença isso faz?
Não mais, não mais
Me corrija se estiver certo pois quero errar por esse mundo afora
Vou fazer um loop de um sonho perfeito e jamais vou me cansar dele
Como já disse...Será perfeito.

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